NOTAS
(1) Traversi,Derek--“T.S.Eliot-The Longer Poems”.The Bodley Head,1976, p.11.
(2) Ascher, Nelson—artigo “The Waste Land é símbolo da poesia moderna” in “Folha de S. Paulo”, 13 de abril de 1991.
(3) Kenner, Hugh--- “The Waste Land” in “The Invisible Poet: T.S. Eliot”. London: University Paperbacks. Methuen, 1959- p.137.
(4) Bradbury, Malcolm—“O Mundo Moderno: Dez Grandes Escritores”. S.Paulo: Companhia das Letras, 1989- pp. 160 e 173.
(5) Paulo Francis afirma no artigo “Centenário do maior poeta do século” (in “Folha de S. Paulo”, 24 de setembro de 1988) que há 46 citações não atribuídas no poema. Quanto às atribuídas, contei 31 autores ou fontes mencionados nas Notas que Eliot anexou a ele: Jessie L. Weston, James Frazer, a Bíblia, librettos das óperas (de Wagner) “Tristão e Isolde” e “Crepúsculo dos Deuses”, Baudelaire, Dante, John Webster, Shakespeare, Virgílio, Milton, Ovídio, Thomas Middleton, Edmund Spenser, Andrew Marvell, John Day, Verlaine, Safo, Oliver Goldsmith, Christopher Wren (arquiteto), J.A.Froude, Henry Clarke Warren, Santo Agostinho, Chapman, Ernest Shackleton, Herman Hesse, Brihadaranyaka- Upanishad, F.H.Bradley, Pervigilium Veneris, Gerard de Nerval e Thomas Kyd.
(6) Conforme os dicionários Inglês-Português Antônio Houaiss (ed.)-Rio de Janeiro: Record, 1982 e Michaelis- S.Paulo: Melhoramentos, 1998. No “Webster’s Encyclopedic Unabridged Dictionary of the English Language”- New York: Gramercy Books, 1989, os verbetes abaixo apresentam os seguintes significados: Wasteland (subst.)= 1) terra não cultivada ou estéril; 2) terra devastada (por enchente, tempestade, guerra etc); 3) terra espiritual ou intelectualmente estéril. Waste (adj.)= 1) desperdiçado (waste talent), consumido (waste energy); 2) (terra) inculta, desolada, estéril, inabitada; deserta; 3) em um estado de desolação e ruína, como resultante de devastação e decadência; 4) descartado, inútil.
(7) “Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa”. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001; “Novo Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa”. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986.
(8) “The Norton Anthology of English Literature”. Abrams, M.H., General Editor- vol. 2. NewYork: WW Norton & Company Inc, 1968, p. 1780. Quanto aos deuses aí citados, uma rápida pesquisa na internet informa o seguinte a respeito deles:
-Tamus: “Deus sumério da vegetação e da pastorícia, morria todos os anos para ressuscitar, simbolizando o ciclo de vida vegetal /.../ Num período tardio foi-lhe dado também o nome de Adónis, talvez pela semelhança entre a história deste deus grego e de Tammuz” (cf. https://www.infopedia.pt/$tammuz, acesso em 9.10.21).
-Adônis: Segundo Ovídio, era filho de Mirra e do rei Cinyras, de Chipre. Muito belo, foi disputado pelas deusas Afrodite e Perséfone. Ele optou pela primeira. Para Sir James Frazer, Adonis foi apenas um exemplo do arquétipo da “divindade que morre e ressuscita” encontrado em todas as culturas. Para outros eruditos, Adônis e Tammuz são exemplos de tal divindade (cf. https://en.wikipedia.org/wiki/Adonis, acesso em 11.10.21)
-Atis: Ovídio se refere a ele, no livro V de “Metamorfoses”, como um jovem semideus da Índia, notável pela sua beleza, filho de uma ninfa do Ganges (cf. https://en.wikipedia.org/wiki/Athis_(mythology), acesso em 11.10.21)
-Osíris: É divindade da vegetação na mitologia egípcia, além de ser o deus dos mortos (cf. https://pt.wikipedia.org/wiki/Os%C3%ADris, acesso em 24.10.21).
(9) Petrônio, “Satiricon”, XLVIII. Trad. de Marcos Santarrita. S.Paulo: Abril Cultural, 1981.
(10) Southam, B. C.-- “A Student’s Guide to The Selected Poems of T. S. Eliot”. London: Faber and Faber, 1974- p.71.
(11) Id. ib., p.71.
(12) Id. ib., p.69.
(13) Id. ib., pp. 69-70
(14) Id. Ib., pp. 70-71. Segundo o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa, op. cit., p. 818, “continuum” consiste numa “série longa de elementos numa determinada sequência, em que cada um difere minimamente do elemento subsequente, daí resultando diferença acentuada entre os elementos iniciais e finais da sequência”.
(15) Traversi, Derek—op. cit., p. 21.
(16) Id. ib., pp. 21-2.
(17) “T.S.Eliot´s Major Poems & Plays” Notes by Robert B. Kaplan. Cliffs Notes. USA, 1999, p. 25
(18) Id. ib., p. 25-26
(19) http://www.mrhoyesibwebsite.com/Poetry%20Texts/Wasteland/Allusions/The%20Fisher%20King.htm
(20) “Thomas S. Eliot—La Terra Desolata”: introduzione, traduzione e note di Alessandro Serpieri. Biblioteca Universale Rizzoli. Milano, 1982- p. 72.
(21) “T.S.Eliot- The Waste Land”. A Norton Critical Edition. Edited by Michael North. USA, 2001, p. 113.
(22) “T.S.Eliot’s Major Poems & Plays”, op. cit., pp.49-50.
I. O ENTERRO DOS MORTOS
(23) Wilson, Edmund—“O Castelo de Axel”. S.Paulo: Cultrix, 1991- p. 83
(24) “T.S.Eliot’s Major Poems & Plays”, op.cit., p. 27
(25) Id., ib., p. 29
(26) “The Norton Anthology of English Literature”, op. cit, p. 1781, nota 3
(27) “Thomas S. Eliot—La Terra Desolata”, op. cit., p. 75.
(28) Pearce, T. C. -- “T. S. Eliot”. New York: Arco, 1969- p. 65.
(29) “T.S.Eliot’s Major Poems & Plays”, op. cit, p. 32.
(30) “The Poetry of T.S. Eliot”. Compiled by E.M.Parsons. Methuen Notes. Great Britain, 1978, p. 35.
(31) “T.S.Eliot- Poemas 1910-1930” (inclui “A Terra Gasta”). Tradução de Idelma Ribeiro de Faria. S.Paulo: Massao Ohno Editor, 1985. Cf. notas da tradutora no final do volume (nota 2 à p. 35). Cf. também nota ao v. 26 que consta em “T.S.Eliot- Poesia” (inclui “A Terra Desolada”). Tradução, introdução e notas de Ivan Junqueira”. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1981, 2ª ed.- p. 251 (citação do libretto de “Parzival”).
(32) Stephenson, E. M. -- “T. S. Eliot and The Lay Reader”. London: The Fortune Press, 1948- p. 20.
(33) Howe, Irving; Schorer, Mark e Ziff, Larzer -- “The Literature of America”- vol. 2. McGraw-Hill Book Company, 1971, p. 508, nota 9.
(34) Southam, B.C.- op. cit., p. 75. Wilson, Edmund- “O Castelo de Axel”, op. cit., p. 81.
(35) Bush, Ronald -- “T. S. Eliot - A Study in Character and Style”. Oxford University Press, 1983, p. 65.
(36) Id. ib., p. 66.
(37) Kenner, Hugh-- op. cit, p. 138.
(38) Williamson, George-- “A Reader’s Guide to T.S.Eliot”. London: Thames and Hudson, 1971, pp. 118-9.
(39) Id. ib., pp. 122-3.
(40) “The Poetry of T.S. Eliot”, op. cit, p. 35.
(41) Southam, B. C.-- op. cit., p. 75
(42) “T.S.Eliot’s Major Poems & Plays”, op. cit., p. 33; “T.S.Eliot- The Waste Land”. A Norton Critical Edition, op. cit, p. 6, nota 3.
(43) Howe et al. -- op. cit., p. 509, nota 10.
(44) Kenner, Hugh-- op. cit, p. 137.
(45) “T.S.Eliot’s Major Poems & Plays”, op. cit, p.33
(46) “Thomas S. Eliot—La Terra Desolata”, op. cit, p. 80.
(47) Traversi, Derek—op. cit., p. 16.
(48) “T.S.Eliot’s Major Poems & Plays”, op. cit, p.33
(49) Wilkie, Brian e Hurt, James—“Literature of the Western World”- vol. II. New York: Macmillan Publishing Company, 1988- p. 1875, nota 14.
(50) “T.S.Eliot- The Waste Land”. A Norton Critical Edition, op, cit, p. 6, nota 6.
(51) “Thomas S. Eliot—La Terra Desolata”, op. cit., p. 80.
(52) “T.S.Eliot’s Major Poems & Plays”, op. cit, p.34.
(53) Wilkie, Brian e Hurt, James—op. cit., p. 1875, nota 16.
(54) Beladona: “De origem eurasiática, é altamente venenosa devido à atropina, alcaloide presente em toda a planta, esp. nas raízes, folhas e sementes; cultivada para us. medicinal, esp. em homeopatia” (“Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa”, op. cit., p. 426).
(55) Ivo Barroso interpreta a carta do “homem dos três bastões” (the man with three staves”- v. 51) como sendo a do papa, com seu báculo episcopal de três cruzes. Como se sabe, o papa é o bispo de Roma. Cf. https://gavetadoivo.wordpress.com/2011/04/03/o-abril-cruel-de-t-s-eliot-2/
(56) Southam, B.C. -- op. cit., p. 70
(57) “T.S.Eliot- The Waste Land”. A Norton Critical Edition, op.cit, p. 38, nota 3.
(58) “The Norton Anthology of Modern Poetry” -edited by Richard Ellmann and Robert O’Clair. New York: W.W. Norton & Company Inc., 1973- p. 460, nota 5.
(59) Williamson, George--“A Reader’s Guide to T.S.Eliot”- op. cit., pp. 132-3.
(60) “The Norton Anthology of English Literature”- op. cit, p. 1783, nota 8.
(61) Southam, B. C. -- op. cit., p. 76
(62) “T.S.Eliot- The Waste Land”. A Norton Critical Edition, op. cit, p 39, nota 4. Cf também https://www.britannica.com/topic/Attis
(63) “Thomas S. Eliot—La Terra Desolata”, op. cit., p. 81, nota 21.
(64) “The Norton Anthology of English Literature”, op. cit., p. 1783, nota 9.
(65) “Thomas S. Eliot—La Terra Desolata”, op. cit., p. 82, nota 22..
(66) Southam, B. C. -- op. cit., p. 76
(67) “The Norton Anthology of Modern Poetry”, op cit, p. 460- nota 6.
(68) “T.S.Eliot- The Waste Land”. A Norton Critical Edition- op. cit, pp. 6, 7, 35 (nota) e 36.
(69) van Erven, Domingos— “Sobre a Divina Comédia- Inferno”: enredo, linguagem, sentido. Agbook, 2013. Disponível em http://curtindoacomedia.blogspot.com/ , cantos III e IV.
(70) Southam, B. C. -- op. cit., p. 77
(71) Id. ib, p. 77. Southam esclarece que a hora em que Cristo morreu, a “nona hora” do dia, corresponderia aproximadamente às 15:00.
(72) “T.S.Eliot’s Major Poems & Plays”- op.cit, p.34
(73) Junqueira, Ivan-- cf. nota contida em “T.S.Eliot - Poesia”- op. cit., p. 252.
(74) Hayward, John apud Junqueira, Ivan-- cf. nota contida em “T.S.Eliot - Poesia”- op. cit., p. 252.
(75) “Dicionário Inglês-Português”. Antônio Houaiss ( ed.)- op. cit.
(76) Williamson, George-- “A Reader’s Guide to T.S.Eliot”, op. cit., p. 133.
(77) Hayward, John apud Junqueira, Ivan -- cf. notas contidas em “T.S.Eliot - Poesia”- op. cit., p. 252.
(78) Southam, B. C. -- op. cit., p. 78
(79) “T.S.Eliot’s Major Poems & Plays”, op cit., p. 34.
(80) Faria, Idelma Ribeiro de—cf suas notas em “T.S.Eliot- Poemas 1910-1930”- op. cit.
(81) “Thomas S. Eliot—La Terra Desolata”, op. cit, p. 84, nota 31.
(82) “T.S.Eliot’s Major Poems & Plays”, op cit., p. 35.
(83) Southam, B. C. -- op. cit., p. 72
(84) “T.S.Eliot’s Major Poems & Plays”, op cit., p. 32.
(85) Id. ib, p. 25.
(86) “Thomas S. Eliot—La Terra Desolata”, op.cit, p. 74, nota 1.
(87) Id.ib., p. 84, nota 32.
(88) “T.S.Eliot’s Major Poems & Plays”, op cit., p. 35.
(89) Id. ib, p. 32
(90) Baker, James V.—“T.S.Eliot” in French, Warren G. e Kidd, Walter E. (org.)- “A Literatura Americana e o Prêmio Nobel”- S.Paulo: Cultrix, 1971- p. 106.
(91) Williamson, George—“A Reader’s Guide to T.S.Eliot”- op. cit., p. 127.
(92) Southam, B. C.- op. cit., p. 75.
II. UMA PARTIDA DE XADREZ
(93) Stephenson, E. M. -- “T. S. Eliot and The Lay Reader”- op. cit., p. 26.
(94) “The Norton Anthology of Modern Poetry”- edited by Richard Ellman and Robert O’Clair. New York: WW Norton & Company Inc., 1973- p. 461, nota 6.
(95) Junqueira, Ivan-- cf. nota contida em “T.S.Eliot - Poesia”- op. cit., p. 253.
(96) Hayward, John apud Junqueira, Ivan-- cf. nota contida em “T.S.Eliot - Poesia”- op. cit., p. 252
(97) Southam, B. C. -- op. cit., p. 80
(98) Wilkie, Brian e Hurt, James—“Literature of the Western World”, op. cit., p. 1876, nota 25.
(99) Southam, B. C. -- op. cit., p. 79. Quanto à expressão “jug jug” (cf. v. 103 da parte II e v. 204 da parte III), que contém sugestões pornográficas, era assim que se reproduzia o canto do rouxinol no teatro dos séculos 16 e 17 (Cleanth Brooks em “Modern Poetry and the Tradition”, apud Faria, Idelma Ribeiro de—op. cit., nota 5 à parte III).
(100) “Thomas S. Eliot—La Terra Desolata”, op. cit, p. 90, nota 11.
(101) Id. ib., p.91, nota 13
.
(102) Southam, B. C. -- op. cit., p. 80
(103) “Thomas S. Eliot—La Terra Desolata”, op. cit, p. 92, nota 16.
(104) “T.S.Eliot- Poemas 1910-1930” (inclui “A Terra Gasta”)- op. cit., p.41 e nota 4 à parte II.
(105) Wilkie, Brian e Hurt, James—“Literature of the Western World”, op. cit., p. 1878, nota 35.
(106) “Thomas S. Eliot—La Terra Desolata”, op. cit, pp. 92-3, nota 18.
(107) “Dicionário Inglês-Português”. Antônio Houaiss (ed.)- op. cit., p. 321.
III. O SERMÃO DO FOGO
(108) Southam, B.C.—op. cit, p. 81.
(109) Id.ib., p. 81.
(110) Wilkie, Brian e Hurt, James—“Literature of the Western World”- op. cit., p. 1879, nota 43.
(111) Howe et al. -- op. cit., p. 513.
(112) Brooks, Cleanth; Lewis, R. W. B. e Warren, Robert Penn -- “American Literature - The Makers and The Making”. New York: St. Martin’s Press, 1973, p. 2128.
(113) Howe et al. -- op. cit., p. 513, nota 41; “Dicionário Inglês-Português”. Antônio Houaiss (ed.)- op. cit., p. 449.
(114) Wilkie, Brian e Hurt, James—“Literature of the Western World”, op. cit., p. 1879, nota 45.
(115) “T.S. Eliot- La Terra Desolata”- op. cit, p. 98, nota 7.
(116) Stephenson, E.M.—op. cit, p. 37
(117) Southam, B.C.- op. cit, pp. 82 e 75.
(118) McMichael, George - General Editor -- “Concise Anthology of American Literature”. Macmillan Publishing Co. - New York/ Collier Macmillan Publishers – London, 1985, p. 1613.
(119) Bush, R. -- op. cit., p. 61
(120) Wilkie, Brian e Hurt, James—“Literature of the Western World”, op. cit., p. 1880, nota 50. Cf. também “T.S. Eliot- La Terra Desolata”, op. cit, p. 100, nota 11.
(121) Howe et al. -- op. cit., p. 514, nota 45.
(122) Baudelaire, Charles—“As Flores do Mal”. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1985- p. 331 (tradução, introdução e notas de Ivan Junqueira).
(123) Wilkie, Brian e Hurt, James—“Literature of the Western World”, op. cit., p. 1880, nota 53.
(124) “Dicionário Inglês-Português”- Antônio Houaiss (ed)- op. cit., p.200.
(125) Hayward, John apud Junqueira, Ivan-- cf. nota contida em “T.S.Eliot - Poesia”- op. cit., p. 254.
(126) Wilkie, Brian e Hurt, James—“Literature of the Western World”, op. cit., p. 1880, nota 56.
(127) “The Norton Anthology of English Literature”, op.cit, p. 1787, nota 7 e p. 1789, nota 9
(128) “T.S. Eliot- La Terra Desolata”, op. cit, pp. 101-2
(129) Southam, B.C.- op. cit., p. 84.
(130) Id. ib, p. 84.
(131) “T.S.Eliot’s Major Poems & Plays”, op. cit, p. 40
(132) Id. ib, p. 41
(133) “T.S. Eliot- La Terra Desolata”, op. cit, p. 103, nota 16.
(134) “The Norton Anthology of English Literature”, op. cit., p. 1790, nota 5a.
(135) “The Norton Anthology of English Literature” (op. cit, p. 1790, nota 6) indica “pimply” como sinômimo de “carbuncular”. O dicionário Inglês-Português de Houaiss, por sua vez, informa que “pimple” significa “espinha cutânea” ou “borbulha da pele”. Assim, “pimply” poderia ser equivalente a “cheio de espinhas”. Ivan Junqueira (em “T.S. Eliot- “Poesia”, op. cit., p. 98) traduziu “carbuncular” por “com marcas de bexiga”.
(136) Southam, B.C.- op. cit, p.85. Os vv. 253-6 do poema são paródia dos seguintes versos, integrantes de uma canção cantada por Olívia, em “The Vicar of Wakefield”, de Oliver Goldsmith:
When lovely woman stoops to folly
And finds too late that men betray
What charm can soothe her melancholy,
What art can wash her guilt away?
The only art her guilt to cover,
To hide her shame from every eye,
To give repentance to her lover
And wring his bosom—is to die.
(137) Brooks et al.-- op. cit., p. 2129.
(138) Kenner, Hugh-- op. cit., pp. 142-3. Cabe lembrar aqui que no sistema métrico greco-latino (adotado pela poesia inglesa), “pentâmetro” é o verso de cinco pés e “pé” “é a unidade rítmica e melódica do verso, composta de um grupo de sílabas”. Estas podem ser longas ou breves, pois aquele sistema métrico “considerava a quantidade de tempo gasto na enunciação das sílabas, não a sua tonicidade ou o seu acento”. Há diversos tipos de pés, o “jâmbico” abrange uma sílaba breve e uma longa (Moisés, Massaud—“Dicionário de Termos Literários”. S.Paulo: Cultrix, 1992- pp. 508 e 391-2).
(139) “T.S.Eliot’s Major Poems & Plays”, op. cit, p. 42
(140) Southam, B.C.- op. cit, p. 86
(141) “T.S.Eliot- The Waste Land”. A Norton Critical Edition, op. cit, p. 14.
(142) “The Norton Anthology of English Literature”- op. cit, p.1791, nota 2.
(143) Wilkie, Brian e Hurt, James—“Literature of the Western World”, op. cit., p. 1882, nota 66.
(144) Southam, B.C.- op. cit, p. 86-7.
(145) “The Norton Anthology of English Literature”, op. cit., p. 1791, nota 3.
(146) “La Terra Desolata”, op. cit, p. 107, nota 24.
(147) “T.S.Eliot’s Major Poems & Plays”, op. cit, pp.42-3.
(148) Hayward, John apud Junqueira, Ivan-- cf. nota contida em “T.S.Eliot - Poesia”- op. cit., p. 256.
(149) Id. ib, p. 256
(150) “T.S.Eliot- Poemas 1910-1930”. Tradução de Idelma Ribeiro de Faria- op. cit., nota 15 à parte III- O Sermão do Fogo.
(151) Hayward, John apud Junqueira, Ivan-- cf. nota contida em “T.S.Eliot - Poesia”- op. cit., p. 256.
(152) “T.S.Eliot- The Waste Land”. A Norton Critical Edition, op. cit., p. 55
IV. MORTE PELA ÁGUA
(153) Southam, B. C. -- op. cit., pp. 89 e 75
(154) McMichael, G. -- op. cit., p. 1616
(155) Southam, B. C. -- op. cit., p. 88
(156) “Bíblia Sagrada”. Traduzida da Vulgata e Anotada pelo Pe. Matos Soares. Edições Paulinas, XII edição, 1960. Cf também “Bíblia Sagrada”. Tradução das Línguas Originais por João Ferreira de Almeida. EUA: Ed. Vida, 1994.
V. O QUE DISSE O TROVÃO
(157) “Thomas S. Eliot—La Terra Desolata”, op. cit., p.115, nota 2.
(158) Id. Ib., p. 115, nota 3.
(159) Bush, R. -- op. cit., p. 74
(160) Southam, B.C.- op. cit., pp. 90-91.
(161) “Thomas S. Eliot—La Terra Desolata”, pp. 116-7, nota 4.
(162) Id. ib., p. 119, nota 6.
(163) Southam, B.C.- op. cit., p. 91.
(164) Brooks et al. -- op. cit., p. 2124
(165) Southam, B C. -- op. cit., p. 91
(166) Southam, B.C- op. cit., p. 91. “T.S.Eliot- The Waste Land”. A Norton Critical Edition, op. cit. , p. 38.
(167) Howe et al. -- op. cit., p. 520, nota 70.
(168) Southam, B. C.-- op. cit., p. 92.
(169) Id. ib., p. 92
(170) “Thomas S. Eliot—La Terra Desolata”, op, cit., p. 121, notas 12 e 13.
(171) McMichael, G. -- op. cit., p. 1617
(172) “Webster’s Encyclopedic Unabridged Dictionary”. Gramercy Books. 1989, p. 1570 e “The Oxford Universal Dictionary”, vol. II. Oxford University Press, 1970. Great Britain, p. 2319.
(173) “T.S.Eliot-The Waste Land”. A Norton Critical Edition- op.cit., p.62, nota 2.
(174) Id. ib., p. 19- nota 6.
(175) “Thomas S. Eliot—La Terra Desolata”, p. 123, nota 16.
(176) Southam, B. C. -- op. cit., p. 93 e Howe et al. -- op. cit., p. 521, notas 75 e 76.
(177) Eliot,T.S.--- “Dante”. London: Faber and Faber, 1966- p. 46.
(178) “Thomas S. Eliot—La Terra Desolata”, p. 124, nota 18.
(179) Williamson, George-- “A Reader’s Guide to T.S. Eliot”- op. cit., p. 129.
(180) Id. ib., p. 152.
(181) “T.S.Eliot- The Waste Land”. A Norton Critical Edition, op. cit., p. 38 e nota 3.
(182) Id. ib., p. 19, nota 9.
(183) “Bíblia Sagrada”- Tradução das Línguas Originais por João Ferreira de Almeida- op. cit., p. 607.
(184) Southam, B. C.-- op. cit., p. 94
(185) Id. ib., p. 94
(186) “Thomas S. Eliot—La Terra Desolata”, p. 89, nota 7.
(187) Southam, B. C – op. cit., p. 94.
(188) Id. ib., p. 94.
(189) Wilkie, Brian e Hurt, James—“Literature of the Western World”- op. cit., p. 1888, nota 94.
(190) “T.S.Eliot- The Waste Land”. A Norton Critical Edition, op. cit., p. 2, nota 5 e p. 64, nota 1.
(191) Southam, B. C. -- op. cit., pp. 94-95.
(192) “T.S.Eliot’s Major Poems & Plays”, op. cit., p. 48.
(193) Bush, R. -- op. cit., p. 73.
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